Este artigo é uma súmula da palestra realizada no “I Encontro UNISA de Criacionismo”, realizado na Universidade de Santo Amaro, promovido pelo Núcleo de Pesquisas Bíblicas da Universidade, conforme noticiado em outra parte deste número da Folha Criacionista.

O artigo retoma o assunto abordado no número anterior da Folha Criacionista, com o título “As limitações do Conhecimento Humano”, levando em conta as regiões então delimitadas em um gráfico que envolveu como coordenadas o tempo e o espaço.

A região correspondente à observação direta e à sua extensão proporcionada com o auxílio de instrumentação específica é o campo que corresponda às atividades da ciência propriamente dita.

Para além das fronteiras dessa região atinge-se o Campo dos Modelos, Teorias e Deduções, onde também se desenvolvem atividades científicas, mas num processo sinérgico em que são assumidas hipóteses para a construção de teorias, que serão testadas a seguir, para comprovar a sua adequação para a descrição da realidade física.

A partir da conceituação moderna de ciência, são tecidas considerações sobre o método científico e os roteiros para a sua aplicação.

Finalmente, é feita uma análise crítica a respeito do Evolucionismo e do Criacionismo à luz da Ciência, ficando claro que ambos são estruturas conceituais, que partem de pressupostos distintos, para a explicação da realidade física.