Acaba de ser publicado pela Casa Publicadora Brasileira (CPB) o livro com o título acima, de autoria do jornalista Michelson Borges.

Trata-se de uma excelente obra que recomendamos a todos os que se interessam pela controvérsia entre as posições criacionista e evolucionista.

Os interessados poderão entrar em contato direto com a CPB nos endereços seguintes:

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A Sociedade Criacionista Brasileira sente-se honrada por ter sido convidada para fazer a apresentação desse magnífico livro, a qual é transcrita a seguir:

Tão logo o ser humano, após o seu nascimento, se dá conta de que não está só neste mundo, e que se encontra imerso em um ambiente mutável do qual faz parte integrante, sofrendo ele mesmo também constantes alterações, vem-lhe à mente a pergunta inexorável – “De onde viemos, e para onde vamos?”

Michelson Borges, nesta sua obra, cujo subtítulo exprime aquela mesma indagação, traz importante contribuição para a correta resposta a ser dada a essa pergunta.

Evidentemente, essa resposta, de maneira geral, só pode ser dada em função de uma estrutura conceitual previamente adotada, podendo assim variar de pessoa a pessoa, e mesmo de tempos em tempos, em função de uma série de fatores culturais e conjunturais. Em tese, existem dois extremos facilmente divisáveis nessas estruturas conceituais – de um lado, a estrutura conceitual criacionista, e de outro, a evolucionista.

Em sua obra, Michelson Borges coloca-se dentro de uma estrutura conceitual criacionista, com coerente base bíblica, e analisa aspectos referentes às origens que usualmente são encarados de formas distintas e às vezes inteiramente incompatíveis entre si.

De fato, não pode haver conciliação entre os resultados a que se chega a partir de hipóteses que aceitam o acaso mecanicista como força impelente das transformações que se processam ao nosso redor, e os resultados obtidos a partir da aceitação de planejamento, projeto, desígnio, oriundos de um supremo Ser Criador.

Michelson Borges mostra-se ardoroso defensor do Criacionismo e de seus fundamentos conceituais básicos, ao tratar de variados assuntos que usualmente são apresentados ao leitor menos avisado, sob a ótica conceitual evolucionista, como sendo verdades “cientificamente comprovadas”, verdadeiros dogmas aceitos sem maiores discussões a respeito da estrutura conceitual sobre a qual se fundamentam.

Numerosos e interessantes casos são por ele considerados, nesse contexto, proporcionando ao leitor uma ótima fonte de referência para continuar suas pesquisas na tentativa de buscar a resposta à pergunta fundamental – “De onde viemos e para onde vamos?”

Como exemplos podem ser citados os casos por ele tratados das incoerências dos métodos de datação, da crise da teoria da origem abiogênica da vida, e das inconsistências do modelo evolucionista, em geral.

Dentro do nosso panorama nacional, onde ressalta a escassez de obras escritas em Português sobre a controvérsia entre o Criacionismo e o Evolucionismo, é bastante louvável a iniciativa de Michelson Borges de escrever e publicar este seu livro, que sem dúvida virá preencher parte da lacuna existente.

É com satisfação que, convidado a redigir esta Apresentação, posso recomendar aos interessados em estudos sobre as origens, a leitura desta valiosa contribuição trazida à luz por Michelson Borges.

Ruy Carlos de Camargo Vieira

Brasília, outubro de 1997.

 

Autor


  • Formado na área de Engenharia, e tem-se dedicado há vários anos a assuntos relacionados com Educação e com Filosofia da Ciência.