Neste fim de ano voltou à tona nos meios de comunicação a descoberta de restos de mamutes congelados, alguns aparentando notável estado de conservação, assunto este que sempre dá margens a sencionalismo e numerosas conjecturas.

A esse respeito, a Folha Criacionista número 17 já havia apresentado em abril de 1978 a tradução de um artigo publicado na revista da Creation Research Society de junho de 1977, intitulado “O Congelamento Catastrófico do Mamute de Beresovka”, de autoria de Jody Dillow. Naquele artigo o assunto foi tratado com alto grau de profissionalismo, levando em conta os modernos princípios do ramo da ciência denominado “Fenômenos de Transporte”, que engloba a mecânica dos fluidos, a transmissão do calor, e a transferência de massa, e que tem numerosas aplicações em setores tais como o de refrigeração e ar condicionado, que têm a ver com a conservação de alimentos pelo frio. Na análise dos restos de comida encontrados no trato digestivo daquele mamute, foram também trazidos à consideração minuciosos aspectos botânicos relacionados com a flora existente na região na época em que lá viviam manadas de mamutes, tendo então sido feita comparação com a pobre vegetação lá encontrada hoje.

Nestes anos recentes, o canal de televisão por assinatura Discovery tem apresentado com freqüência documentários sobre mamutes, em conexão com o ambiente inóspito do Círculo Polar Ártico.

Em 1951 foi publicado um livro de autoria de Alfred M. Rehwinkel, professor do Seminário Teológico Concórdia, em Saint Louis, Missouri, intitulado “The Flood”, que dedicou um capítulo inteiro aos mamutes e sua conexão com o dilúvio. Nesse livro, são apresentadas fotografias do já célebre “Mamute de Beresovka”, que são reproduzidas nesta nossa notícia.