Esta é a primeira parte de um artigo que continua com mais duas partes – “A Origem Diluviana dos Fósseis” e a “Origem Superior do Homem”. A Folha Criacionista espera continuar a publicar nos seus próximos números as outras partes deste artigoSeguem trechos selecionados do referido artigo.

Introdução geral

Para substituir o evolucionismo que dominou o panorama científico nos últimos cento e quarenta anos, estamos propondo a Teoria da Origem Superior das Espécies. Superior, porque de certo modo é o oposto da Teoria Inferior das Espécies proposta por Darwin (as espécies atuais provindo de espécies ancestrais inferiores). Superior, também, porque toma como base um grupo de fósseis não só inexplicáveis pela teoria evolucionista, como desafiadores, e por si só estimulantes para uma nova proposta – os fósseis gigantes.

Lá estão eles, os ancestrais da maioria das nossas espécies atuais, gigantescos, com o dobro do tamanho das espécies congêneres atuais, completos, majestosos, magníficos!

Nossa linha de argumentação será a defesa da ciência. A defesa do método científico, que exige a observação acurada como passo número um, seguida de honestidade intelectual.

A partir das décadas de oitenta e noventa, uma série de descobertas de fatos novos começou a abalar as estruturas do evolucionismo.

Apresentaremos, então, de modo compacto, a Teoria da Origem Superior das Espécies, procurando comparar as duas proposições, à medida que formos apresentando o temário.

1 – As espécies ancestrais são em geral superiores às equivalentes atuais, surgiram completas, complexas e prontas

Em seu livro “A Origem das Espécies”, Darwin escreveu:

“As formas recentes são superiores às formas extintas, e de fato o são, pois surgiram posteriormente, sendo, portanto, mais aperfeiçoadas.” (1)

Aqui o evolucionismo se perde totalmente, pois é incapaz de explicar como um olho se desenvolveu aos pedaços, aos tropeções.

Como a abelha aprendeu a fazer favos matemáticamente perfeitos? Já observamos que a mais antiga abelha encontrada em âmbar de New Jersey (que teria 80 milhões de anos), era avançada, e pouco difere das abelhas que vivem hoje”. (2)

É também um mistério para a evolução o tamanho dos vegetais e animais fósseis. Como vimos, ao comparamos as espécies fósseis com as equivalentes atuais, ao contrário do que imaginava Darwin, os espécimes fósseis são maiores, mais desenvolvidos e superiores às atuais. Diante disto, Isaac Asimov pergunta: a vida estaria se degenerando? Resposta correta: está se degenerando!

Corroborando a Teoria da Origem Superior das Espécies, recentemente foi descoberto o maior fóssil completo de mamífero. Ele foi encontrado por uma equipe de paleontólogos franceses, no Paquistão, a 700 quilômetros ao sul da capital, numa região desértica junto às montanhas Dra Bugti, na província de Baluquistão, e foi batizado de “baluchiterium“. É semelhante a um enorme cavalo, com 7 metros de comprimento, 5 metros de altura, pesando entre 15 a 20 toneladas. (3, 4)

Portanto, para sermos coerentes com a realidade observada, temos que corrigir Darwin: O ancestral de cada espécie não é inferior, é superior!

2 – O Autor e mantenedor da vida é Deus, Criador sábio, Arquiteto e Planejador de cada ser vivo

Apesar de indiretas, as evidências do planejamento estão visíveis e disponíveis para todos. E, além de tudo, nosso Criador é um artista.

Era com assombro que o criacionista Albert Einstein observava uma “inteligência de tal superioridade, que todos os pensamentos e ações humanas não passam de um reflexo inteiramente insignificante”. (5)

Evolucionismo

No entanto, Darwin substitui o inteligente e superior Deus, pela seleção natural, um “princípio” altamente incompetente que levou 4 bilhões de anos, na base da tentativa e erro, para criar vagarosamente as espécies atuais… Darwin atribuíu também à seleção natural as seguintes possibilidades:

    1. “Urleia”

“Não vejo problema em aceitar que determinada raça de ursos, tenha se tornado, em virtude da seleção natural, … uma criatura comparada às baleias “

E assim teremos uma criatura darwiniana que chamaremos de “urleia”. É um urso negro que, abrindo bem a boca na água, “se transformará numa baleia.” (7) A anedota foi tão jocosa , que os amigos de Darwin o aconselharam a retirar este exemplo das edições posteriores, pois colocaria em dúvida sua capacidade de observação e sua sanidade mental…

Por semelhança, teríamos o “lecego”:

    1. “Lecego”

Conforme a imaginação de Darwin, seria um lêmur voador que se transformou em morcego:

Não vejo qualquer dificuldade insuperável em acreditar na possibilidade de que a seleção natural continua desenvolvendo essa membrana (do lêmur voador) até transformá-la num verdadeiro membro alado, à semelhança do que deve ter ocorrido com o morcego.” (8)

 

O fóssil de morcêgo surgiu antes que o do lêmur, voando magnificamente e com todo equipamento de eco-localização… (Ver item 1.9 na referência 22).

    1. “Beximão”

Não tenho dúvida quanto ao fato, de que todos os vertebrados dotados de pulmão descendam… de algum ancestral primitivo sobre o qual nada sabemos … dotado de uma bexiga natatória.” (9)

  1. “Rabo da girafa”

Darwin tinha grande dificuldade em compreender a origem da cauda da girafa. (10)

Estes são exemplos da magnífica ciência proposta por Darwin … Onde está a observação cuidadosa? Onde está o método científico? Com a maior facilidade inventa as mais hilariantes e anticientíficas explicações!

Para grande surpresa dos evolucionistas, além do “princípio” da seleção natural – “um princípio” – Darwin precisa valer-se de um “ente”, um poder quase sobrenatural para tomar o lugar de Deus, que opera através da variabilidade natural.(11) É um “poderoso agente”, que “trabalha”, “cada hora que passa”, “esquadrinhando minuciosa-mente”.

“É da fome e da morte que advém o mais elevado objetivo que somos capazes de conceber: a produção de animais superiores.(12)

Assim, Darwin não só inventou o seu “inferno particular” da luta alucinante pela vida, cujo motor é a fome e a morte, mas contratou para dirigí-lo um “poderoso agente”. Depois culpou a Deus por isto!

Brincadeira…?

Darwin tinha uma técnica singular:

Primeiro – Atribui à seleção natural poderes extraordinários.

Segundo – Faz a brincadeira da “urleia”, do “lecego”, e do “beximão”, que jamais ocorreram, observações errôneas por completo. Não observa, não vê, não demonstra absolutamente nada.

Terceiro – Neste ponto um cientista teria que rejeitar a teoria. E o que Darwin faz? Sem os fatos, teima na sua teoria!

Quarto – Passo triunfal dos erros de Darwin – a teoria está certa, não importando a comprovação dos fatos!

3. As espécies surgiram em meio ambiente adequado, adultas, completas, superiores, foram planejadas previamente, com desígnio e finalidade. No decorrer do tempo se degeneraram, involuíram. O meio ambiente foi preparado para receber a vida.

Novamente, como evidências, os fósseis analisados, espécie a espécie, mostram que elas são completas, superiores e “perfeitas”.

Os primeiros fósseis não são primitivos unicelulares … “mas formas complexas multicelulares” (15)Há órgãos e sistemas que podem ter sido degenerados.

O processo de modificação da variabilidade proposto pela Teoria da Origem Superior das Espécies, na realidade é muito mais acelerado do que a proposta evolucionista. Esta declaração pode causar surpresa, mas, dentro do conceito criacionista, o potencial de variabilidade dentro das “espécies-tronco” é muito amplo, e até radical.

Evolucionismo

O meio ambiente primordial não foi planejado, era inadequado para receber os seres vivos, caótico e pior que o atual.

As espécies, patrimônio genético, órgãos, funções, sistemas e instintos foram surgindo de modo incompleto, desordenado, aos pedaços, através de um acaso cego, sem plano, desígnio ou finalidade! No decorrer do tempo, melhoraram e evoluíram.

Os evolucionistas atacaram um Criador inteligente, e no seu lugar inventaram uma crendice fantasiosa, que lentíssimamente, aos tropeções, caoticamente, foi originando as espécies. Uma dose de “fé” e “presunção” incomensurável …

1. Angiospermas

Quanto ao “mistério abominável” do surgimento das angiospermas (vegetais com flores, mais complexos), não se diz nada. Surgiram em bloco, simultaneamente e já especializadas, mais exuberantes que as atuais. Um tormento!

2. Abiogênese

Pior ainda é a questão da abiogênese. Os evolucionistas teimam, sem evidência científica alguma, que a vida proveio da não-vida, de simples elementos químicos.

Em 1972 enviamos nosso protesto à revista Ciência e Cultura. (16) As folclóricas explicações são conjecturas, improbabilidades, impossibilidades, nenhum evento as demonstrou … Apesar disto, e insultuosamente, estão em qualquer livro de evolução, contradizendo Pasteur, que demonstrou claramente, e elegantemente, que a vida provém de vida, o que, aliás, desde 1864 é rejeitado pelos evolucionistas.

Hoje, 135 anos depois, a farsa continua. Desde quando isto é ciência? O método científico exige observação acurada, demonstração inequívoca, baseada em fatos comprovados. Para alguns evolucionistas, a abiogênese é apenas uma suposição. O que seria então abiogênese?

3. Os órgãos vestigiais

E o que dizer dos órgãos vestigiais?

Os “cientistas” evolucionistas depois de um século conseguiram identificar uma centena de órgãos vestigiais. Desde as amígdalas, apêndice, tireóide, timo, glândula pituitária, glândula pineal, todos eram considerados órgãos vestigiais. Seriam vestígios de órgãos completos existentes nos ancestrais.

A cegueira permaneceu até a década de 60, e ainda hoje aparece em certos livros evolucionistas! Não há órgãos vestigiais, há apenas ignorância completa a respeito de suas funções …

Anatomia do calote da geração espontânea – abiogênese

Primeiro – inventa-se o mito da geração espontânea molecular.

Depois, durante 135 anos se realizam milhares de pesquisas, tentando provar que a vida surgiu da não-vida.

Não encontrando NENHUMA evidência, a teoria deveria ser rejeitada, se fossem cientistas. Passam então a aceitar um absurdo.

Terceira fase – rejeição automática deste “pseudo-cientista crente” chamado Luís Pasteur!

Quarta fase – É a triunfal declaração de que a teoria da geração espontânea molecular é uma verdade estabelecida, e a abiogênese apenas uma suposição!

Não satisfeitos, declaram: “a teoria da geração espontânea foi experimentalmente refutada por Pasteur, mas de alguma forma teria que ter acontecido uma vez” (17) E passam a insultar o cientista que raciocina da causa para o efeito!

4. Conceito de espécie – As espécies são troncos básicos que contêm o patrimônio genético completo e singular, com ampla possibilidade de variabilidade, que produzem descendentes semelhantes a si

Por isto é possível caracterizar e classificar tanto as espécies fósseis como as atuais.

Sugerimos a seguinte tentativa experimental de definição de espécie: Duas variedades pertencem à mesma espécie se:

  1. Podem se cruzar entre si, e produzir descendentes.
  2. Os descendentes podem se cruzar entre si.
  3. As duas variedades iniciais podem se cruzar com estes descendentes (resultantes do cruzamento anterior) e produzir descendentes.

Há uma “Floresta Viva” de espécies.

Evolucionismo

Para Darwin, não há espécie, mas “forma” ou “ser organizado”, os quais estão todos ligados geneticamente entre si. As características dos ancestrais são diferentes das atuais. A conseqüência é a introdução da confusão na sistemática. Há uma “árvore genealógica” da vida.

Não há evidências para esta teoria, pois os fósseis equivalentes às espécies atuais são semelhantes entre si, e é possível classificá-los.

Variedades são confundidas com espécies. Por exemplo, para o trigo os evolucionistas apresentam 14 “espécies”, sendo pelo menos 12 do gênero Triticum e 2 do gênero Aegilops.

No caso do algodão, haveria no mínimo 14 espécies. E o cão? Darwin imaginava que seriam 2 espécies, sem contar o lobo.

Portanto instalou-se a confusão na taxonomia (ciência que estuda a classificação dos seres vivos) vegetal e animal, a partir de Darwin.

Partindo da nossa sugestão de espécie, teríamos não 30 espécies de trigo algodão e cão, mas apenas 3 troncos e 30 variedades. Se considerarmos a “especiação” como uma “nova” espécie”, a qual derivou de uma “espécie tronco”, mesmo que seja por isolamento geográfico ou reprodutivo, ela continuará como descendente desta espécie original.

Aliás, é sintomática a “multiplicação inflacionária” de espécies nos últimos anos. Falavam em 1,5 milhões de espécies atuais, número que se aproxima agora de 5 milhões. Há evolucionistas falando agora em 30 a 50 milhões de espécies!

O título do Livro de Darwin deveria ser “A NÃO Origem das NÃO Espécies”… ou “A Origem da Confusão.”

Corrigindo Darwin – não é forma,

ou ser organizado; é espécie.

5. As espécies fósseis surgiram de modo repentino, súbito

Evidências – Os fósseis comprovam não somente o surgimento repentino, mas surgimento com todas suas características funcionais. Conforme Mc Alester, “verifica-se um rápido e drástico aparecimento dos primeiros animais”. (21) Para o evolucionismo, o processo foi lentíssimo, demorado, o que não tem comprovação nos fatos.

Darwin diz que “parecia ter surgido de maneira abrupta”, para depois dizer que a aparência era falsa.(22)

Os fatos desmentem a idéia de processos demorados e lentos, e isto é fatal à teoria de Darwin. A partir do momento em que os geólogos perceberam a falha do uniformismo, o conceito foi mudado para o “neocatastrofismo”. Vários biólogos renomados perceberam a falha e houve um ajuste nos conceitos evolucionistas. Stephen Jay Gould é possivelmente aquele que percebeu mais rapidamente a situação, e foi então iniciada uma reavaliação na teoria evolucionista.

6. O patrimônio genético das espécies perpetua e mantém as características da espécie

A lei geral é da MANUTENÇÃO e perpetuação das características na espécie e nas populações. As mudanças são exceção. E são em geral deletérias e prejudiciais, não levam à perfeição.

Tudo isto são evidências fortíssimas, observáveis por qualquer cientista, e corroboram Pasteur e Mendel.

Pasteur – Vida provém da MESMA vida

que lhe deu origem

Mendel – As características hereditárias são transmitidas DE ACORDO, CONFORME,as características ancestrais. 

Estes dois cientistas são criacionistas, mas são rejeitados pela evolução. Nos dois casos, corroboram e apontam a MANUTENÇÃO das características da espécie e dos ancestrais, e não sua mudança.

abiogenese é uma farsa, nunca foi demonstrada e é anticientífica.

A postura de Darwin quanto a Pasteur (que em 1864 apresentou os seus trabalhos), e Mendel (dois anos depois), é imperdoável.

Por isto, Mc Alester com razão afirmou: “Infelizmente a obra de Mendel foi ignorada, não somente por Darwin, como por parte dos cientistas da época.” (23)

Se Darwin teve acesso aos dois trabalhos, e com possibilidade assim ocorreu, novamente surge o questionamento: era tão sábio que não entendeu, ou realmente percebeu, mas para evitar o desprestígio que causaria à sua obra, ignorou a ambos? Darwin pode assim ter contribuído para retardar o surgimento da genética moderna por 40 anos!

Insistir que a reprodução e o patrimônio genético surgiram casualmente, aleatoriamente, cegamente, sem nenhuma correlação inter- específica, e em mudança permanente, é ignorar os fatos!

7. As espécies surgiram com o potencial de se multiplicarem

8. O material genético fóssil é semelhante às espécies equivalentes atuais, e é possível encontrar fósseis vivos

 

Relógio Biológico

 

Anos

% DNA

Anos

%

DNA

562

50%

2.810

3,12%

1.224

25%

3.372

1,56%

1.686

12,5%

3.934

0,78%

2.248

6,25%

4.496

0,39%

2.430

5%*

5.048

0,19%

*Idade da múmia egípcia

Fonte: Brown, Robert H. Pan Fresco. Fosiles Antiguos

Ciencia de los Origenes (jan-ago 1995) nº 40-41, p. 7. Geoscience Research Institute, EUA, 1995

Atualmente está sendo possível a análise de DNA fóssil, o que seria impossível se imaginarmos estas enormes idades atribuídas aos fósseis. Foi possível recuperar, também, DNA de magnólia fóssil que teria 20 milhões de anos, sendo o material praticamente idêntico à espécie atual. Nada de evolução! (27)

Completando estas informações, está aumentando o número de “fósseis vivos”, o que por si já coloca em dúvida o conceito Darwiniano. Existe na Alemanha um Museu de Fósseis Vivos, o Lebendig Vorwelt, criado e mantido pelo Dr. Joachim Scheven.

PREVISÕES DA

TEORIA DA ORIGEM SUPERIOR DAS ESPÉCIES:

  1. Cada vez mais haverá a comprovação de que, através da análise do material genético fóssil, será estabelecida a semelhança entre o patrimônio genético das espécies fósseis e o das equivalentes atuais.

 

b. Cada vez mais será possível analisar material genético fóssil que guardará similaridade com o equivalente ser vivo atual e diminuirá drasticamente a idade de milhões de anos atribuída pela evolução.

c. Será possível encontrar ossos e dentes de fósseis que não foram mineralizados. Se analisarmos o Carbono 14 de tais ossos, a idade do fóssil será reduzida, e se o DNA for detectado, não poderá ser superior a milhares de anos.

d. No futuro, novos fósseis vivos de diferentes espécies poderão ser encontrados, como por exemplo, paleo-fósseis marinhos, e outros, corroborando a Teoria da Origem Superior das Espécies.

 

 

9. A variabilidade natural é inata, é ampla a capacidade de variação, mas limitada pelo patrimônio genético dentro de cada

espécie tronco

Darwin começa o seu livro tratando da “Variação do Estado Doméstico”, como uma pedra angular no seu afã de demonstrar o surgimento de novas espécies. Segundo imaginava, ocorreria a seguinte seqüência:

Espécie ® diferenças individuais ® variedade incipiente ® variedade característica (fixa) ® espécie incipiente ® nova espécie

Mas Darwin começa mal. Ao tentar encontrar evidências no cruzamento de pombos a favor da sua teoria, tropeça na realidade oposta, obtendo inesperadamente o padrão selvagem das pombas-das-rochas.

Considerou “surpreendente”, e deu o nome de regressão (de regredir), que é um termo incorreto. É apenas retorno ao padrão selvagem (pombos não domesticados, que se reproduzem sem a interferência do homem).

Também confundiu duas variedades, as quais chamou de espécies distintas, a zebra e o quaga. (28) Este foi outro tropeção de Darwin. Classificadas como duas espécies diferentes, o último quaga morreu em 1883, portanto há 115 anos. Reinold Ran comparou o DNA das duas “espécies”, e para seu espanto, eram idênticos! Conclusão: o quaga era da mesma espécie, ou apenas uma variedade de zebra. Se isto é verdade, então seria possível, a partir da zebra selvagem, criar novamente a variedade quaga. (28) Assim, do mesmo modo que ocorreu a variação dirigida dos pombos, retornando ao padrão selvagem, agora, uma variação natural, casual, também fez retornar ao padrão selvagem (zebra)! É uma “zebra” completa na seleção natural como responsável pela produção de novas espécies!

Corroborando este fato, retornemos ao morcego. Se examinarmos os fósseis, descobrimos que, desde os mais antigos, as asas eram completas. Nada de “lecego”!

Glenn L. Jepsen, da Princenton University, encontrou em Wyoming, EUA, um morcego fóssil que teria 60 milhões de anos, praticamente idêntico aos existentes hoje, com todo o moderno equipamento de auto-localização, e isto ANTES que a classe dos mamíferos surgisse segundo as idéias evolucionistas)… (29) Jepson demorou trinta e três anos para publicar o achado, com medo das retaliações das patrulhas evolucionistas …

Completando a discussão, não vamos nem

falar da “lei” do uso e desuso proposta por Darwin, pois é totalmente falsa, e rejeitada completamente. É um conceito anticientífico, sustentado pelo autor da Origem das Espécies.

Corrigindo Darwin

Não é uma “árvore da vida”; é uma “floresta da vida”

Não é regressão; é retorno ao padrão selvagem.

Não é nova espécie; é variedade.

A “lei” do uso e desuso é falsa e totalmente anticientífica.

“ENCOLHI O REBANHO”

São comuns os relatos de experiências genéticas visando a aumentar ou diminuir o tamanho de animais ou plantas. Curiosamente, sempre nessas experiências não se alega que são assim criadas “novas espécies”. De fato, pela seleção artificial, pesquisadores têm efetuado manipulações genéticas utilizando sempre material genético previamente disponível, sem “criar” algo mais que venha a constituir uma “nova espécie”.

É bastante conhecido o caso das plantas-miniaturas que jardineiros japoneses têm conseguido para decorar ambientes, e também de vegetais-gigantes, como rabanetes e repolhos, estes obtidos com a utilização da giberelina, hormônio vegetal isolado por botânicos também no Japão.

Há algum tempo atrás, a imprensa noticiou experiências conduzidas no Brasil com vistas à redução do tamanho de animais domésticos, feitas pelo fazendeiro Dario Fagundes Filho, juntamente com o veterinário Raul Nolasque, em Uberlândia. A revista ISTOÉ, de 7 de maio de 1997 destacou este fato, em artigo com o título em epígrafe. Dele transcrevemos alguns trechos ilustrativos, a seguir:

“Iniciamos os trabalhos fazendo cruzamentos entre vacas de porte pequeno e que tinham um grande potencial leiteiro”, conta o pecuarista. Primeiro, misturaram espécies de um gado antigo do cerrado mineiro que já apresentava tamanho reduzido. Depois, recorreram a uma raça indiana, a Buganor, com incrível capacidade leiteira. O resultado foi excepcional. Os animaizinhos consomem em ração somente 30% do necessário a uma vaca normal (que mede 1,50 m) e produzem oito litros de leite por dia, contra os 2,5 litros da média nacional. … Com o conhecimento adquirido, Fagundes partiu para os pôneis. Aproveitou trabalhos preliminares de criadores argentinos e americanos e concebeu um minipônei de 70 cm. Depois, foi a vez de um jumento. Sua equipe adquiriu uma raça antiga do sertão baiano conhecida como cabeça-de-martelo. Cruzaram os menores espécimes e criaram o jumentinho. “Aí, pegamos o jumentinho e misturamos com o minipônei. Surgiu o miniburro, de 50 cm, que é usado para tração”, conta o inventor. Para completar a minifazenda, faltavam os porcos, as cabras e as galinhas. Após muita procura, Fagundes conseguiu um porquinho caipira de Goiás e cruzou com um animal pequeno da própria fazenda. Nasceu o porco-udi, de 15 cm. As cabras e as galinhas obedeceram ao mesmo processo de redução.”

Fagundes e suas miniaturas são mostrados na figura abaixo.

As experiências de Fagundes reforçam a suposição do tópico 3 do artigo do Prof. Roberto C. Azevedo, de que, partindo de espécies básicas com maior complexidade, padrão genético pleno, potencial vital e tamanho maior que as espécies atuais, elas poderiam perder parte dos mesmos num período de tempo de milhares de anos, de forma que este processo acelerado e desgastante é uma evidência indireta de que o patrimônio genético era mais complexo, pleno e amplo para suportar o processo.