NOSSA CAPA

Nossa capa apresenta dois trechos de uma série de quadros do “Policor System Color”, nos quais as cores são dispostas de forma lógica e racional, obedecendo a critérios previamente estabelecidos, mostrando portanto planejamento e propósito.

Na página 48 e na terceira capa deste número da Folha Criacionista são tecidas algumas considerações a respeito de sistemas de ordenação e classificação de cores, que variam desde um extremo correspondente à disposição das cores de forma aleatória, discreta, até outro extremo no qual são obedecidos parâmetros diversos, variando de forma contínua e racional.

A Sociedade Criacionista Brasileira agradece à Gráfica Qualidade, de Brasília, pelo oferecimento do quadro de classificação de cores do qual foram retirados os dois trechos que foram escolhidos como ilustração para Nossa Capa.

Editores da Folha Criacionista:

Ruy Carlos de Camargo Vieira

Rui Corrêa Vieira

EDITORIAL

É com enorme satisfação que a Sociedade Criacionista Brasileira publica este número 58 do seu periódico “Folha Criacionista”, neste mês de agosto de 1998. Embora com atraso de alguns meses, pois a sua publicação estava prevista para o mês de março, estamos conseguindo manter razoavelmente a periodicidade dos dois números anuais previstos em nossa programação. A propósito, desejamos aqui, de público, agradecer a colaboração de todos os adeptos e simpatizantes da causa criacionista que nos têm incentivado de várias formas a manter nossas publicações.

Neste número da Folha Criacionista estamos abordando, prioritariamente, sob vários aspectos, a questão da visão, da luz, e da cor. Desta forma, observadas as proporções modestas da arte gráfica a nosso alcance, resultou (dizemos com a devida modéstia) um verdadeiro “espetáculo de luz e cor”, que cobriu no encarte que já se vai tornando tradicional – a nossa “Folhinha Criacionista” – a magnífica simetria e estética dos cristais e gemas preciosas, e se estendeu na “Folha” propriamente dita, ao fenômeno da visão das cores, ao ordenamento e classificação das cores, às variegadas cores dos seres microscópicos, e às cores da palheta dos pintores, neste caso com uma visão crítica da “evolução” da arte no decorrer do último século.

Pode-se dizer que, complementando o conteúdo dos dois números anteriores da Folha Criacionista – que trataram da relação áurea e a estética nas obras da Criação visíveis ao nosso redor, e da maravilhosa e multicolorida diversidade observada no espaço sideral (mediante cada vez mais potentes telescópios) – este número procura estender a nossa visão para o infinitamente pequeno mundo das células (observado também cada vez com mais potentes microscópios), e apontar para as limitadas tentativas humanas de representar a realidade mediante diferentes concepções científicas e também artísticas, reforçando assim a existência de ordem e planejamento no Universo criado por um Deus amante da ordem e do belo.

Não se poderia deixar de noticiar neste Editorial a inauguração da “Home Page” da Sociedade Criacionista Brasileira na Internet, o que foi conseguido devido à colaboração voluntária, eficiente e altamente qualificada de um de nossos colaboradores – Marcus Vinícius de Paula Moreira – a quem ficam aqui os nossos agradecimentos sinceros. Para nossos leitores interessados em acessar essa nossa página na Internet, segue o endereço: https://scb.org.br

Informamos, também, que será realizado no Instituto Adventista de Ensino, campus de São Paulo, o III Encontro Nacional de Criacionistas, e Encontro Internacional de Criacionistas, de 21 a 24 de janeiro de 1999, no qual deverá estar participando a Sociedade Criacionista Brasileira. Informações adicionais sobre o evento poderão ser conseguidas diretamente com os organizadores, no Instituto Adventista de Ensino, dirigindo-se ao seguinte endereçamento eletrônico: webmaster@thomas.iae-sp.br Esperamos estar com o nosso número 59 da Folha Criacionista pronto para distribuição por ocasião do evento.

OS EDITORES

ARTIGOS

O OLHO – ACASO OU PLANEJAMENTO?
H. S. Hamilton
Creation Research Society Quarterly – Março de 1991

O FIM DA ARTE
Ferreira Gullar

DO IMPRESSIONISMO AO SURREALISMO
(GENEALOGIA INVOLUTIVA DE UM SÉCULO DE CATASTROFISMO
NA HISTÓRIA DA ARTE)
Nota Editorial da S.C.B.

O MICROSCÓPIO E AS CÉLULAS
Comentário Editorial da S.C.B.

A MARAVILHOSA MÁQUINA FOTOGRÁFICA HUMANA
Comentário Editorial da S.C.B.

AS LIMITAÇÕES DO CONHECIMENTO HUMANO
Ruy Carlos de Camargo Vieira

NOTÍCIAS

CAPA ORIGINAL

 

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